sábado, 11 de julho de 2009

Pessoas que amam viajar, pessoas que viajam amando. Pessoas que sempre tem o que contar a quem vive sonhando.

Legenda

quinta-feira, 2 de julho de 2009

E se a vida fosse um filme, em cada soluço afogado, estaria lá, de canto a canto, de lado a lado; a legenda fria e centralizada:

Por cima das lentes,

Por entre as curvas do ouvido.
Rastejando tão só, e tão perspicaz.
Que a cada gesto, até distraído,
És tu mesmo quem me desfaz

És tu quem interpreta e me da sentido
E sem isso, seria apenas um algo a mais.
De um universo morto em delírios
Pois é de sentido que a vida se faz.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

TUDO, menos coisas eternas.

Amor
Ódio
Punição.

Nada disso pode ser eterno

Eterno aqui, só a alma.E essa, por mais contraditório que possa ser, vive mudando.Muda se punindo, muda odiando, e com um pouco de sorte, muda até amando.

domingo, 26 de abril de 2009

Contornei teu corpo com a minha forma
E é calor, é delirante
E é tão certo, que de certa forma
És tu o querer, sou eu o instante.

Sou o momento de cada curva
De cada grito que lhe arranco inflame
Pois é ao fogo que nos convertemos
Ao infinito de infinitos instantes

Amo-te mais,
a cada gesto: Preciso. Sincero.
É o destino que pra ti confesso.

Amo-te no calor da tua alma
E de tudo, um pouco, és meu universo.
Por ti seria mais uma chama, por ti sou o fogo de mil infernos!

Testado

quarta-feira, 15 de abril de 2009

=]

Cachos

domingo, 29 de março de 2009

E o canto pede à prosa
Que cante com encanto
Que faça dos seus prantos
Um simples-belo som

E quantos dos teus laços
São gingados de moçura
Estes cabelos cachos
Que me enrolam de ternura

A viola pede passagem
E me liberto dos teus tratos
Lindo é ser selvagem

Dois quartetos e tercetos
E os amassos nos teus cachos
Hão de ser mais que cabelos

Droga de Soneto

sábado, 14 de março de 2009

Carlota, mulher vermelho carmim
Fina flôr que se esconde no mato
lábios escarlate como a maçã do pecado
Me arde a garganta, me prende no ato

Traga a todos em teus baseados
E continuo usando, desesperado
Enrola teus meninos na seda dos trapos
Fumaça danada, da paz dos amados

Desfila.Passa.Agradece e traga
Torna e entorna dos cabelos á brasa
Mais que uma amante, uma vida regrada

Dama inocente da saia rodada
Me gira no verbo do conto de fadas
Sensata, moderna, menina ousada